Call Center

Salvador e Região Metropolitana (71) 3345 8200
Feira de Santana 4020 8880
Alagoinhas 0800 071 8200
Seg à Sex - 6h às 19h Sábado - 6h às 17h

Blog

Notícias

Flexibilização do jejum para avaliação do perfil lipídico

02 de Março0 Comentários

 

O jejum de 12 horas não é mais obrigatório para a maioria dos exames de sangue.  A recomendação é do Consenso Brasileiro para a Normatização da Determinação Laboratorial do Perfil Lipídico e dispensa a necessidade de jejum para os exames de Colesterol Total (CT), LDL‐C, HDL‐C, não‐HDL‐ C e Triglicérides (TG).

O documento, que foi elaborado pelas Sociedades Brasileiras de Cardiologia (SBC), Patologia Clínica/Medicina Laboratorial (SBPC/ML), de Análises Clínica (SBAC), de Diabetes (SBD) e de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), considera o avanço dos métodos de diagnósticos e pondera que a ingestão de alimento, sem excesso de gordura, causa baixa ou nenhuma interferência no resultados das análises de perfil lipídico. Há casos específicos em que o jejum é necessário. Nessas situações, a não obrigatoriedade deverá ser avaliada pelo médico que acompanha o paciente. A flexibilização já é realizada nos Estados Unidos, Canadá e em alguns países da Europa.

 

Comodidade

A prática confere mais comodidade e conforto ao paciente, que pode colher o exame no horário mais conveniente, inclusive logo após a consulta médica. Além disso, a flexibilização diminui o risco de hipoglicemia em pacientes diabéticos e complicações em idosos e crianças. A Normatização ainda traz recomendações sobre fórmulas e dosagem de LDL-C; para o atendimento do paciente no laboratório clínico; e de modelo do laudo laboratorial.

 

Confira o tempo de jejum no Labchecap

No Labchecap – Laboratório e Imagem, a flexibilização já é utilizada para o hemograma, tempo de protombina, velocidade de hemossedimentação (VHS) dentre outros. Para o perfil lipídico, os exames definidos que podem ser feitos sem jejum são triglicérides, colesterol total e frações.

O jejum continua sendo necessário para glicemia (jejum de 8 horas) e para alguns exames com particularidades dos segmentos de hormônio e imunologia no intuito de diminuir possíveis  interferências nas metodologias utilizadas.

 

Entenda as novas referências e leitura dos resultados conforme a Norma

A coleta de amostra para o perfil lipídico pode ser feita sem jejum, mas a informação precisa constar no laudo. Essa mudança se deu porque as divergências observadas entre as frações lipídicas no jejum e no estado pós-prandial foram consideradas de pouco impacto para a maior parte dos indivíduos. Além disso, a condição pós-prandial é mais predominante durante a rotina de cada pessoa, ao contrário do jejum prolongado.  A exceção seria a avaliação para níveis de triglicérides (TG) com concentrações superiores a 440 mg/dL. Nesses casos, o médico deve avaliar a necessidade de uma recoleta, sendo o responsável por encaminhar o paciente para realizar um novo exame de TG com 12 horas de jejum, como recomendado pelo laboratório.

A Fórmula de Friedewald, que até então era utilizada para o cálculo da fração LDL, deve ser substituída pela Fórmula de Martin. O fator cinco aplicado à relação TG/VLDL-C (Very Low Density Cholesterol) não é constante ao longo das concentrações de triglicérides e colesterol não-HDL (High Density Cholesterol). A fórmula de Martin permite a correção da relação TG/VLDL-C customizada para vários estratos pré-definidos de concentração de TG, permitindo maior acurácia analítica ao cálculo da fração LDL-C (Low Density Cholesterol).

Houve simplificação dos intervalos de referência para colesterol total, HDL-C e TG, que agora apresentam apenas a faixa “desejável”. Uma substancial mudança encontra-se nos intervalos de referência para as frações LDL-C e colesterol não-HDL. Essas frações não vão mais exibir valores de referência para a população saudável. Seus valores representam alvo terapêutico a ser atingido com o tratamento hipolipemiante instituído pelo médico, levando em consideração a estimativa do risco cardiovascular calculado para cada paciente. Dessa forma, esses valores serão considerados exclusivamente para os pacientes em tratamento. A fração VLDL-C não possui mais intervalo de referência. O intervalo de referência para a coleta sem jejum para todos os testes será discriminado pelo laboratório.

Confira a tabela:

 

Você também pode ser interessar por:

Notícias

Dengue, Zika e Chikungunya: diagnóstico preciso garante tratamento eficaz

21 de Maio0 Comentários

O diagnóstico clínico da Dengue, Chikungunya e Zika é o passo mais eficaz para uma conduta clínica adequada. Transmitidas pelo Aedes aegypti, essas arboviroses circulam em todo o país e podem trazer graves complicações para a saúde.

Para se ter uma ideia, somente em 2017 o Brasil registou mais de 200 mil casos de dengue, 180 mil casos de febre chikungunya e 16 mil casos de zika. Juntas, essas doenças foram responsáveis por quase 300 óbitos.  Essa incidência foi menor do que a registrada em 2016, quando o país atravessou uma tríplice epidemia. Apesar da redução, esses números chamam atenção. Outro fator que aumenta a preocupação é a recente associação do vírus Zika a complicações neurológicas em adultos e a microcefalia em recém-nascidos.

Além da transmissão pelo mesmo vetor, as arboviroses apresentam sintomas parecidos, como dor de cabeça, dor no corpo, náusea e febre, o que tem dificultado a confirmação clínica. Por isso, para um diagnóstico preciso, devem ser feitos exames sorológicos individualizados e de biologia molecular (PCR).  Enquanto o primeiro detecta a presença de anticorpos IgG e IgM, o de biologia molecular detecta o ácido ribonucleico (RNA) do vírus.

O Labchecap – Laboratório e Imagem realiza teste para detecção dessas arboviroses. A coleta é realizada em todas as unidades e os exames são processados no setor de Imunologia Especializada, o que garante a maior confiabilidade e precisão dos resultados.

 

Você poderá se interessar por:

*Saiba a diferença dos sintomas da Dengue, Chikungunya e Zika

*Clique aqui para fazer o agendamento do seu exame no Labchecap

 

 

Notícias

Saiba diferenciar os sintomas do RESFRIADO, GRIPE COMUM E GRIPE H1N1

18 de Maio0 Comentários

 

Os sintomas do resfriado, da gripe comum e da gripe H1N1 são bem parecidos, mas as consequências não. Fique atento aos detalhes e saiba a diferença entre elas.

Responsável Técnico de Laboratório: Dr. Josemar Fonseca Silva – CRF 1290

Responsável Técnico de Imagem: Dr. Lucas da Gama Lobo – CRM 16202