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LABCHECAP RECEBE APROVAÇÃO NO PROGRAMA DE QUALIDADE DE MAMOGRAFIA

07 de agosto0 Comentários

O Labchecap – Laboratório e Imagem recebeu a aprovação do Colégio Brasileiro de Radiologia (CBR) no Programa de Qualidade de Mamografia. O selo atesta a qualidade dos laudos da empresa baseado em três pilares: qualificação (pela sociedade de classe competente e dos profissionais que realizam as mamografias); a área física – ambiente de trabalho e equipamentos, e Padrão de Qualidade das Mamografias – posicionamento, laudo e aspectos físicos.

De acordo com a Gerente de Qualidade do Labchecap – Laboratório e Imagem, Renata Damasceno, para obter a certificação, a instituição deve manter-se dentro da legislação brasileira, além de ter rotinas e processos de controle de qualidade dos equipamentos, dependências, corpo clínico e do produto final que é o laudo do paciente. Renata afirma ainda que a qualidade da mamografia, norteada por critérios técnicos e clínicos, está diretamente relacionada ao sucesso do diagnóstico do câncer de mama. “Existem estudos afirmativos de que enquanto um exame sem o adequado rigor de qualidade pode apresentar uma sensibilidade de 66%, um perfil mais criterioso em relação ao padrão de qualidade pode elevar a acurácia diagnóstica em 85% a 90% dos casos. Isso possibilita a detecção do tumor antes mesmo de ocorrer acometimento linfonodal”.

Atualmente, o Labchecap realiza uma média de 250 exames por mês. Com o objetivo de proporcionar mais segurança e qualidade de vida aos pacientes, selos como esse são objetivos da instituição.

Programa de Qualidade de Mamografia

Os programas de garantia de qualidade são essenciais em todos os setores de prestação de serviços. Em 1992, o CBR criou o Programa de Certificação de Qualidade em Mamografia. O selo chancela a acurácia do exame garantindo a todas as partes interessadas a confiança nos resultados. “Com a aprovação do Labchecap nesse programa é possível garantir a credibilidade do serviço prestado ao paciente, evitando transtornos e auxiliando na conquista das certificações”, finaliza Damasceno.

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Atualização da caderneta de vacinação é a medida mais eficaz contra o sarampo e a poliomielite

11 de julho0 Comentários

 

O Brasil está enfrentando um surto de sarampo. Boletins atualizados apontam que a doença, que havia sido erradicada no Brasil, vitimou mais de 900 pessoas nos estados de Roraima e Amazonas entre os meses de janeiro e maio deste ano.  Casos da doença também foram confirmados no Rio de Janeiro, Rondônia, Rio Grande do Sul e Mato Grosso.

O sarampo é uma doença grave e contagiosa, que provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos e pode levar o indivíduo à morte.  É uma doença de transmissão direta, ou seja: de pessoa para pessoa, através de tosse, espirro e saliva. Seus principais sintomas envolvem febre, manchas vermelhas no corpo, tosse, coriza e conjuntivite.

A doença não possui tratamento específico e a medida mais eficaz de prevenção é através da imunização. A vacina tríplice viral, que também imuniza contra caxumba e rubéola, deve ser administrada ainda na infância, em duas doses. A primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Adolescentes e adultos de qualquer idade, que não tenham sido vacinados, devem se imunizar.

“É considerada protegida a pessoa que tem duas doses após um ano de vida, com intervalo de um mês. Se não tem comprovação de uso, é importante se vacinar”, comenta a médica infectologista do Seimi Labchecap, Ceuci Nunes.

Poliomielite

Neste mês de Julho, o Ministério da Saúde ainda alertou sobre o risco de reintrodução da poliomielite em 312 cidades brasileiras, sobretudo daquelas que estão abaixo da meta de cobertura vacinal, que é de 95%. Em todo o país, o alerta é para a necessidade de atualização do esquema vacinal de adultos e crianças.

A doença foi considerada erradicada no continente desde 1994, mas tem apresentado baixa cobertura vacinal, uma realidade que pode resultar no retorno da doença ao país.

Popularmente conhecida como paralisia infantil, a poliomielite atinge adultos e crianças, afetando os nervos e podendo levar à paralisia. Assim como acontece com o Sarampo, a medida de prevenção mais eficaz contra a doença é através da imunização.  “A vacinação contra a poliomielite deve ser iniciada a partir dos 2 meses de vida, com mais duas doses aos 4 e 6 meses. Além disso, são necessários reforços aos 15 e 18 meses e quando a criança completa 5 anos de idade”, reforça Ceuci Nunes.

Tanto a vacina contra o sarampo quanto a poliomielite fazem parte do calendário básico de vacinação. As doses podem ser encontradas na rede pública e em clínicas particulares, como o Seimi Labchecap.

 

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Saúde

Saúde do homem: um tema que precisa ser conversado

13 de julho0 Comentários

A discussão sobre a saúde do homem tem ganhado visibilidade e a preocupação com o tema está diretamente ligada aos indicadores de saúde. No Brasil, os homens morrem mais do que as mulheres. Eles vivem, em média, 7 anos a menos que elas e tem resistência em procurar assistência médica.

Em 2014, 68% do total de mortes registradas no país foi de homens. Entre as principais causas que levaram ao óbito, podem ser destacadas:

  • Causas externas de morbidade e mortalidade, como agressões físicas e disparos por arma de fogo;
  • doenças do aparelho circulatório, como infarto agudo do miocárdio;
  • neoplasias, como tumores no pulmão e brônquios;
  • doenças do aparelho digestivo, como doença hepática;
  • doenças infecciosas e parasitárias.

Historicamente, os homens brasileiros fazem menos exames de rotina e chegam ao médico com as doenças em estágio mais avançado. Um estudo publicado pelo Centro de Referência em Saúde do Homem de São Paulo apontou que 70% das pessoas do sexo masculino que procuram um consultório médico não fizeram por iniciativa própria. Eles tiveram a influência da mulher ou filhos.

Os indicadores reforçam a necessidade sensibilizar o público masculino para o autocuidado. Além da adoção de hábitos mais saudáveis, como a prática de atividade física e uma alimentação balanceada, é preciso criar a rotina de fazer visitas regulares ao médico, uma medida preventiva  que contribui para a detecção precoce de doenças e, consequentemente, cura ou minimização dos agravos de saúde.

Câncer de próstata e outras doenças  

O câncer de próstata é uma doença silenciosa que atinge a próstata, uma glândula do sistema reprodutor masculino. É o tipo mais prevalente entre os homens a partir dos 50 anos, ficando atrás do câncer de pele não-melanoma. Em números absolutos, é o quarto tipo mais comum no país e apresenta um alto percentual de cura quando detectado em estágio inicial.

Seu desenvolvimento não está associado a uma causa específica, mas fatores como idade e histórico familiar aumentam o risco. É considerado um tumor de crescimento silencioso, mas pode apresentar os seguintes sintomas:

  • Dificuldade para urinar;
  • Jato urinário fraco;
  • Sensação de esvaziamento incompleto da bexiga.

O diagnóstico é dado a partir do exame de toque retal e de sangue, que mede a quantidade de uma proteína produzida pela próstata, o PSA.   O primeiro exame deve começar a partir do 50 anos. Homens com histórico familiar devem começar mais cedo, a partir do 40, conforme indicação do médico.

Outro tipo de câncer que pode acometer os homens é o de pênis. Sua ocorrência  é rara, representa 2% os tipos de câncer que atingem o sexo masculino e está associada à má higiene e o contato com papiloma vírus humano, o HPV. Quando detectado inicialmente, o câncer de pênis possui tratamento e é facilmente curado.

Na atenção e cuidado à saúde, os homens devem estar atentos às doenças crônicas como a diabetes e a hipertensão e às infecções sexualmente transmissíveis (IST).

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Conheça o pacote Check-up Homem do Labchecap

Calendário Vacinal – Homem

Espermograma: um exame eficaz para análise de fertilidade

Responsável Técnico de Laboratório: Dr. Josemar Fonseca Silva – CRF 1290

Responsável Técnico de Imagem: Dr. Lucas da Gama Lobo – CRM 16202