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Saúde

Imunização contra o Sarampo: quem deve se vacinar?

07 de agosto0 Comentários

A vacina contra o Sarampo é a medida mais eficaz de prevenção contra a doença. Prevista no calendário básico de vacinação do brasileiro, costuma ser administrada ainda na infância. Adultos que não foram imunizados adequadamente também devem se vacinar.

O calendário de vacinação contempla dois tipos de vacina contra o sarampo: a tríplice viral, que também protege contra a caxumba e rubéola; e a tetra viral, que ainda inclui a proteção contra a varicela (catapora).  Ambas são administradas por meio de uma injeção intradérmica.

A vacina deve ser administrada ainda na infância, em duas doses. A primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Adolescentes e adultos de qualquer idade, que não tenham sido vacinados, também devem se imunizar.

Surto de sarampo

Neste período em que voltam a aparecer casos de sarampo no Brasil, uma doença que era considerada eliminada do país, o estado da Bahia está usando a estratégia de vacinar todas as crianças com idade inferior a cinco anos, independente de ter o registro da vacina ou não.  Crianças com idade a partir de cinco anos serão vacinadas se não tiverem comprovação da vacinação e adolescentes e adultos se não tiverem tido a doença e não tenham comprovação da utilização de duas doses acima de cinco anos.

As vacinas são disponibilizadas através do Sistema Único de Saúde e nas clínicas particulares, como o Seimi Labchecap, no entanto, os postos de saúde contemplam apenas as vacinas do tipo tríplice viral.  Já nas clínicas particulares, é possível encontrar, além da tríplice, a tetra viral, que também protege  contra a catapora e ajuda a reduzir o número de furadas.

É considerada protegida a pessoa que tomou as duas doses após um ano de vida, com intervalo de um mês. Se não tem comprovação de uso, é importante se vacinar.

Contra –indicações

A vacina contra sarampo não é indicada para gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação; e pessoas alérgicas aos componentes da vacina.

Conte com o Seimi abchecap para cuidar da sua saúde. Conheça a nossa unidade e escolha a mais próxima de você

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Notícias

Neste verão, cuidado com a sobrecarga e as lesões no joelho. Saiba mais sobre a condromalácia patelar

20 de fevereiro0 Comentários

O verão é uma das estações que mais estimulam a atividade física. Com dias mais longos, nos sentimos estimulados a praticar esportes. No entanto, é preciso cautela para não sobrecarregar as articulações do corpo, como o joelho.

Uma das lesões mais recorrentes no consultório dos ortopedistas é a condromalácia patelar, uma condição causada pela sobrecarga na articulação femoropatelar. Seu principal sintoma é a dor frequente na parte da frente do joelho, sentida, sobretudo, na realização de atividades recorrentes, como subir escada, levantar de uma cadeira, agachar, correr e dirigir.

Também chamada de condropatia patelar, a lesão acomete 25% da população e é mais recorrente nas mulheres.

Se interessou pelo assunto? Confira a entrevista com o médico ortopedista especialista em joelho e traumatologia esportiva, David Sadigursky.

Dr. David Sadigursky

Labchecap: Quais as principais causas que contribuem para a lesão?

David Sadigursky: A principal causa é o encurtamento muscular, a atrofia do músculo e o erro postural. Há também as causas anatômicas, ou seja: que fazem parte da própria anatomia do joelho. Acontece quando a patela do paciente se encaixa de forma inadequada. Isso é mais recorrente em pacientes com a chamada “patela alta” ou com displasia da tróclea.

Labchecap: Qualquer pessoa pode desenvolver?

David Sadigursky: Existe uma predisposição genética, que envolve a alteração anatômica, mas qualquer atleta pode desenvolvê-la. Isso acontece porque a condição também está relacionada a erros posturais e atrofias, principalmente erros executados durante a atividade física. É por isso que antes de fazer um treinamento intensivo é indicado que a pessoa passe por um profissional para avaliar sua condição.

Labchecap: Como é feito o diagnóstico?

David Sadigursky: O diagnóstico é feito por meio da análise clínica, aquela que é realizada no consultório, e através dos exames de imagem, como a radiografia, que permite a avaliação das alterações anatômicas; e a ressonância, que permite avaliar o estágio de comprometimento da cartilagem.

Labchecap: Quanto tempo dura o tratamento?

David Sadigursky: Não existe um tratamento imediato, mas o paciente precisa, em media, de oito semanas para sentir uma melhora significativa. Isso porque o tratamento envolve um conjunto de fatores, como o fortalecimento da musculatura, correção postural e alongamentos. Mas esse tempo pode variar. Há pacientes que levam seis meses até ter um resultado. É uma das patologias mais comuns e mesmo sendo considerada simples, é uma das mais difíceis de tratar devido ao tempo que esse tratamento pode levar.

Conte com o Labchecap para cuidar da sua saúde. Faça seu exame de imagem nas unidades Paulo VI e Salvador Shopping.

Labchecap. Mais do que perto, do seu lado.

Notícias

A unidade Labchecap Matatu está com novo endereço

12 de fevereiro0 Comentários

A unidade Labchecap Matatu atravessou a rua! A partir do dia 12 de fevereiro, o serviço funcionará em novo endereço. Com a mudança, os clientes terão mais conforto e comodidade para realizar seus exames laboratoriais.

A nova unidade ampliou a capacidade de atendimento do serviço. O novo endereço possui instalações mais modernas e ainda conta com um amplo estacionamento.

Confira o novo endereço: Rua dos Bandeirantes, n° 139. Ao lado da Drogaria São Paulo.
Horário de Funcionamento: Segunda a Sexta: 6h às 13h | Sábado: 6h às 12h
Horário de Coleta: Segunda a Sábado: 6h às 11h30
Mais informações: (71) 3345-8200

Labchecap. Mais do que perto, do seu lado.

Responsável Técnico de Laboratório: Dr. Josemar Fonseca Silva – CRF 1290

Responsável Técnico de Imagem: Dr. Lucas da Gama Lobo – CRM 16202