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Dia Mundial do Meio Ambiente

04 de junho0 Comentários

 

Você já refletiu sobre o consumo de material no escritório e o meio ambiente?

A preocupação com o meio ambiente se tornou mais evidente nas últimas décadas. Em diferentes âmbitos da sociedade, as discussões tratam sobre a necessidade de preservação e a busca por alternativas que contribuam para um mundo mais sustentável.  Das grandes estratégias, como assinatura de acordos internacionais para redução emissão de gases poluentes, aos pequenos gestos, como o uso consciente do material de escritório, cada cidadão tem um importante papel.  Você já pensou sobre isso?

A atenção deve estar nos detalhes, afinal muitos comportamentos prejudiciais ao meio ambiente são hábitos adquiridos de forma inconsciente. No ambiente profissional, por exemplo, o consumo de elásticos de dinheiro, clipes, grampos, papel e pastas plásticas costuma ser alto, mas raramente tem a atenção e cuidado necessário.

 

Pensando nisso, preparamos uma lista com 7 sugestões de boas práticas de uso e consumo do material de escritório, confira: 

  1. Opte pelo envio de documentos digitalizados. Essa prática contribui para a redução da impressão em consequentemente, diminuição do uso de papel e toner;
  2. Faça as revisões e correções na tela do computador. Deixe para imprimir a versão final, caso seja realmente necessário;
  3. Opte pela impressão de documentos no modo rascunho e na opção frente e verso;
  4. Reutilize as folhas como rascunho ou faça pequenos blocos de anotações com aqueles papeis que possuem um lado em branco;
  5. Tenha um organizador de mesa ou gaveta onde possa guardar todos os seus clipes e elásticos de dinheiro. Reutilize sempre;
  6. Antes de descartar, rasgue ou dobre o papel;
  7. Evite o consumo de copos plásticos. Troque o material descartável por canecas.

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Saúde

Imunização contra o Sarampo: quem deve se vacinar?

07 de agosto0 Comentários

A vacina contra o Sarampo é a medida mais eficaz de prevenção contra a doença. Prevista no calendário básico de vacinação do brasileiro, costuma ser administrada ainda na infância. Adultos que não foram imunizados adequadamente também devem se vacinar.

O calendário de vacinação contempla dois tipos de vacina contra o sarampo: a tríplice viral, que também protege contra a caxumba e rubéola; e a tetra viral, que ainda inclui a proteção contra a varicela (catapora).  Ambas são administradas por meio de uma injeção intradérmica.

A vacina deve ser administrada ainda na infância, em duas doses. A primeira aos 12 meses e a segunda aos 15 meses. Adolescentes e adultos de qualquer idade, que não tenham sido vacinados, também devem se imunizar.

Surto de sarampo

Neste período em que voltam a aparecer casos de sarampo no Brasil, uma doença que era considerada eliminada do país, o estado da Bahia está usando a estratégia de vacinar todas as crianças com idade inferior a cinco anos, independente de ter o registro da vacina ou não.  Crianças com idade a partir de cinco anos serão vacinadas se não tiverem comprovação da vacinação e adolescentes e adultos se não tiverem tido a doença e não tenham comprovação da utilização de duas doses acima de cinco anos.

As vacinas são disponibilizadas através do Sistema Único de Saúde e nas clínicas particulares, como o Seimi Labchecap, no entanto, os postos de saúde contemplam apenas as vacinas do tipo tríplice viral.  Já nas clínicas particulares, é possível encontrar, além da tríplice, a tetra viral, que também protege  contra a catapora e ajuda a reduzir o número de furadas.

É considerada protegida a pessoa que tomou as duas doses após um ano de vida, com intervalo de um mês. Se não tem comprovação de uso, é importante se vacinar.

Contra –indicações

A vacina contra sarampo não é indicada para gestantes, pessoas com comprometimento da imunidade por doença ou medicação; e pessoas alérgicas aos componentes da vacina.

Conte com o Seimi abchecap para cuidar da sua saúde. Conheça a nossa unidade e escolha a mais próxima de você

Saúde

Hepatite A em criança: saiba como prevenir

10 de agosto0 Comentários

A hepatite A é uma doença infecciosa caracterizada pela inflamação do fígado. É o tipo que mais afeta as crianças e está associada à falta de saneamento e má higienização dos alimentos.

O vírus pode ser transmitido pelo contato entre uma pessoa infectada com uma saudável, através de alimento, água contaminada e por via fecal-oral.  Também conhecida como hepatite infantil, a doença é assintomática. Nos casos mais graves, pode manifestar sintomas similares ao de uma gripe, como:

  • febre
  • dores musculares
  • cansaço
  • mal-estar
  • falta de apetite
  • enjoo e vômito

Diagnóstico e prevenção da hepatite A

O diagnóstico da hepatite A se dá por meio a observação dos sintomas e da realização de exames laboratoriais. Não existe um tratamento específico para doença e na maioria das vezes ela se resolve espontaneamente.  Apesar de não ser tão comum, pode apresentar complicações e evoluir para um quadro de hepatite fulminante.

A melhor forma de prevenir as crianças contra hepatite A é através da imunização. A vacina é dada por meio de uma injeção intramuscular e é indicada para crianças e adultos, a partir dos 12 meses de vida.

Elas são disponibilizadas pelo Sistema Único de Saúde (SUS), que tem como público-alvo crianças com idade entre 1​5 meses  e  quatro anos. Nas clínicas particulares, como Seimi Labchecap, as doses podem ser administradas em crianças a partir de 12 meses, adolescentes e adultos.

Manter o calendário vacinal atualizado é muito importante para a saúde.  Clique aqui e saiba quais são as orientações específicas para cada faixa etária da vida e conte com o Seimi Labchecap para a sua proteção.

Responsável Técnico de Laboratório: Dr. Josemar Fonseca Silva – CRF 1290

Responsável Técnico de Imagem: Dr. Lucas da Gama Lobo – CRM 16202